| — | (Aristóteles) |
Um dia poderei ligar a minha vida. E começar, e curtir, e se apaixonar, e correr, me jogar. Um dia eu sei que poderei sentir o gostinho doce que é a vida. Só espero que não demore muito!
Você construiu um mundo de mágica, porque sua vida real é trágica. Sim, você construiu um mundo de mágica. Se não é real você não pode segurar em suas mãos. Não pode sentir com seu coração. E eu não acredito. Mas se é verdade você pode ver com seus olhos até no escuro. E é lá que eu quero estar
Bem, estava eu/alone lá na árvore da escola, pensando com meu botão da calça. Pensei e pensei. Deve ser HORRÍVEL para um ser humano normal como nós, vivemos na perfeição, nada teria graça, nada teria começo nem fim. Ás vezes me paro na sala de auala, e fico escutando as conversas das pessoas, tipo, é interessante pois todos sabem identificar os defeitos dos outros, as imperfeições, são que não se toca que ninguém é perfeito ali, ao ponto de poder humilhar os outros por conta daquele “tal defeito”. Se alguém fosse perfeito não estaria aqui na terra. A pessoa ter uma chance de mudar seus atos, e não prestar atenção nisto, é fogo. Hoje, e sempre, digo: não quero ser perfeito nesta vida, e sei que isso vai demorar. Também não quero procurar as imperfeições nos outros, né!

Bem, esse pode ser um dos maiores desafios da humanidade. Encontrar o significado do amor. Para que serve isso? É! muito difícil mesmo. Penso que o amor é mais uma daquelas coisas que o mundo capitalista inventou, tipo um data comemorativa. Talvez eu seja muito idiota de dizer isso, mas é isso que penso. Talvez um dia posso mudar essa opinião ridícula. O amor, deve ser usado como forma de “pagamento”, onde se você fez muita pessoas sofrerem na outra vida, nesta é você que vai sofrer com o mesmo. Como se fosse uma divida que você tem que pagar, sem ter formas de pagamentos e sem desconto! Só amor, esse amor que os poetas tanto tentam entender e decifrar. Jário

Destino diz respeito a ordem natural estabelecida do universo. Geralmente é concebido como uma sucessão inevitável de acontecimentos provocados ou desconhecidos. O destino é muito usado para tentar explicar o absurdo dos acontecimentos existenciais, assim também, como a responsabilidade dada as divindades para tais acontecimentos.


